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Visão Turim

Uma conversa mensal com nosso time sobre mercados e estratégias

11 fevereiro 2026

O Visão Turim de fevereiro reuniu Henrique Santos (sócio e portfolio manager), Lucas Panaro (head de fundos líquidos) e Thiago Campos (economista), para discutir o cenário macroeconômico global, os desdobramentos políticos no Brasil e os impactos sobre as estratégias de alocação.

Destaques

• Cenário global: dados de mais alta frequência sugerem a possibilidade de uma reaceleração do crescimento global, refletindo também os estímulos fiscais e monetários implementados por grandes economias.

• Estados Unidos: a indicação de Kevin Warsh foi bem recebida pelo mercado, dado o risco de um chair mais suscetível à influência da Casa Branca. Ainda assim, comentários recentes sugerem uma preferência por juros mais baixos, justificados principalmente pela perspectiva de ganhos de produtividade associados à expansão da inteligência artificial.

• Brasil: o Banco Central sinalizou que espera iniciar um novo ciclo de flexibilização monetária em março, embora não planeje manter algum grau de restrição, a fim de assegurar a convergência da inflação à meta. O principal desafio ainda reside no mercado de trabalho, que permanece bastante aquecido, conforme evidenciado pela taxa de desemprego na mínima histórica.

• Mercados: o Dólar mais fraco e a expectativa de cortes de juros nos EUA seguem sustentando o fluxo para mercados emergentes. Ativos brasileiros, como a bolsa e a taxa de câmbio, se beneficiaram disso, mas ainda ficaram aquém do movimento observado em outros mercados semelhantes, particularmente na América Latina.

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